Atuação consolidada em demandas previdenciárias, com estudo detalhado de cada caso e estratégias jurídicas alinhadas à realidade do segurado.
Atendimento online ou presencial com orientação individualizada, respeitando o contexto de vida de cada cliente e a complexidade do Direito Previdenciário.
Defesa responsável dos direitos previdenciários com total respeito ao Código de Ética da OAB, priorizando a confiança e a clareza na relação com o cliente.
Acompanhamento jurídico completo em todas as fases do processo previdenciário, com atuação segura e fundamentada na legislação vigente.
A Dra. Emmely Fernandes é advogada com atuação no Brasil e em Portugal, dedicada a transformar desafios jurídicos em soluções eficazes para seus clientes. Com forte presença no Direito Previdenciário e no Direito de Imigração, conduz demandas complexas com sensibilidade, técnica e profundo comprometimento com a justiça social.
Fundadora do escritório Emmely Fernandes Advocacia, atua diretamente na orientação de brasileiros que desejam viver legalmente em Portugal, prestando suporte completo em vistos, nacionalidade, residência e regularização migratória.
No Brasil, sua prática é focada na defesa de direitos previdenciários, com ênfase em aposentadorias, benefícios por incapacidade, BPC/LOAS, revisões e planejamento jurídico personalizado.
Seu trabalho se destaca pela combinação entre experiência prática, atendimento humanizado e conhecimento técnico sólido, sempre respeitando os princípios da ética profissional e da advocacia responsável.
O Dr. Junior Santos é advogado com atuação dedicada exclusivamente ao Direito Previdenciário, exercendo sua prática com elevado rigor técnico e profundo compromisso com a proteção social e a dignidade dos segurados.
Sua atuação abrange a defesa dos direitos previdenciários de trabalhadores urbanos e rurais, aposentados, pensionistas e beneficiários da seguridade social, sempre com atendimento estratégico e personalizado.
Especialista em aposentadorias, pensão por morte, benefícios por incapacidade, BPC/LOAS e salário-maternidade, conduz cada processo com foco na segurança jurídica e na maximização dos direitos do cliente.
Com sólida experiência na condução de processos administrativos e judiciais contra o INSS, presta acompanhamento completo desde o requerimento inicial até a efetiva concessão ou revisão do benefício — incluindo a fase de execução e levantamento de valores (RPVs e precatórios).
Seu trabalho se distingue pela combinação entre atendimento humanizado, análise técnica minuciosa e atuação responsável, sempre pautado pela ética profissional, transparência e respeito ao segurado.
A Dra. Lidyane é advogada previdenciarista, professora de Direito Previdenciário e ex-servidora do INSS, com mais de 10 anos de experiência dentro da autarquia. Esse conhecimento aprofundado da legislação e da prática administrativa a torna uma referência na condução de processos previdenciários com segurança e estratégia.
Com atuação abrangente em todas as áreas do Direito Previdenciário, oferece orientação clara, análise cuidadosa de cada caso e acompanhamento personalizado conforme a realidade de cada cliente desde o planejamento da aposentadoria até a concessão ou revisão de benefícios.
Sua atuação é marcada pela organização, linguagem acessível e respeito à história de vida dos segurados, pois acredita que decisões bem explicadas, feitas com transparência e fundamentação jurídica, são essenciais para alcançar resultados seguros e duradouros.
Mulheres com 62 anos e homens com 65 anos, desde que tenham o tempo mínimo de contribuição exigido pelo INSS. Em alguns casos, é possível somar tempo rural, urbano e contribuições como MEI ou facultativo.
Através de uma análise do seu CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) e da regra de transição aplicável ao seu caso. Um planejamento previdenciário ajuda a identificar o melhor momento.
Sim. O MEI contribui com alíquota reduzida, que garante direito a aposentadoria por idade, auxílio por incapacidade e salário-maternidade. Para ampliar os direitos, é possível complementar a contribuição.
Sim, por meio do BPC/LOAS, desde que a pessoa seja idosa (65+) ou com deficiência e comprove baixa renda familiar.
É possível apresentar um recurso administrativo ou entrar com ação judicial. O acompanhamento jurídico aumenta as chances de êxito e evita perda de prazos.
Através de documentos como blocos de notas do produtor, DAP/CAF, INCRA, certidão de nascimento dos filhos, e testemunhas. Cada situação exige um conjunto mínimo de provas.
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